Custos do sistema ERP

Nota

Custos do Sistema ERP (wikipédia)

A implementação do sistema ERP é comparável a um transplante de cérebro. Desativamos todas as aplicações da companhia e passamos a utilizar o software de uma empresa especializada em sistemas gerências para empresas. O risco, evidentemente, seria a interrupção das atividades da empresa, porque se o ERP não for implementado corretamente, com certeza você acabará matando a companhia. (Jim Prevo, Ceo da Green Mountain Coffee)

Embora as vantagens sejam muitas, os custos e riscos também são consideráveis. Os custos de hardware e software são uma pequena parte dos custos totais, e que os custos de desenvolvimento de novos processos empresariais (reengenharia) e de preparação dos funcionários para a utilização do novo sistema (treinamento e gestão das mudanças) compõem a maior parte da implementação de um novo sistema ERP.

A conversão de dados do sistema legado para o novo sistema ERP interfuncional é outra grande categoria dos custos de implementação do ERP. Os custos e riscos de fracasso da implementação de um novo sistema ERP são significativos. A maioria das companhias tem tido sucesso na implementação de ERP, no entanto, uma minoria razoável de empresas sofre fracassos estrondosos e danosos para a companhia como um todo. Grandes perdas de receita, lucros e participação de mercado ocorrem quando os processos empresariais básicos ou os sistemas de informação falham ou não funcionam corretamente. Em muitos casos, pedidos e entregas são perdidos, mudanças no estoque não registradas corretamente, e falta de ítens, por semanas ou até meses, é causada pela imprecisão dos níveis de estoque. Companhias como Hershey Foods, Nike, A-DEC e Connecticut General arcaram prejuízos que, em alguns casos, chegaram a centenas de milhões de dólares.

Custos típicos na implementação de um novo sistema ERP:

  • Serviços 70%
    • Reengenharia 40%
    • Conversão de dados 15%
    • Treinamento e gestão de mudanças 15%
  • Software 15%
  • Hardware 15%

O que é um sistema ERP ?

[Souza & Zwicker, organizadores, 2003] O sistema ERP (enterprise resources planning – planejamento dos recursos empresariais) é um sistema de informação integrado adquirido na forma de pacote comercial de software com a finalidade de dar suporte a maioria das operações de uma empresa industrial. A figura abaixo ilustra o papel do ERP na integração das funções e processos administrativos da organização.

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[Colangelo Filho, 2001] O sistema ERP é um sistema baseado em um sofware aplicativo que permite ás empresas :

  • Automatizar e integrar parcela substancial dos seus processos de negócios;
  • Compartilhar dados e uniformizar processos de negócio;
  • Produzir e utilizar infromações em tempo real.

O nome ERP não reflete a amplitude do sistemas que além do planejamento trata da execução e controle. Integração é o aspecto chave do ERP.

  • Sistemas não integrados  não permitem coordenar atividades de diferentes áreas da organização e muitas tarefas acabam sendo redundantes.
  • Sistemas integrados como sistemas ERP  permitem utilizar uma base de dados comum e trazem consistencia aos processos de negócio. Cadastros são únicos e compartilhados. A integração exige maior capacidade de processamento e envolve maior complexidade.

Sistemas ERP devem ter grande adaptabilidade, explorada por processos de configuração.

Sistemas ERP podem ser considerados uma evolução dos sistemas MRP (materials requirements planning, década de 70) e dos sistemas MRP II (manufacturing resources planning, década de 80). Os sistemas ERP envolveram ás áreas de recursos humenos e finanças e portanto possuem um escopo funcional mais amplo. A figura abaixo ilustra a evolução sugerida.

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Sistemas ERP possuem as seguintes características : são pacotes comerciais; incorporam modelos de processos de negócio (best practices), são sistemas de informação integrados e utilizam um banco  de dados corporativo; possuem grande abrangência funcional, requerem procedimentos de ajuste para que possam ser utilizados em determinadas empresas.

Reengenharia (BPR) e ERP ou ERP e reengenharia (BPR) ?

Reengenharia (BPR ) e ERP ou ERP e Reengenharia (BPR) ? por manoel veras

O termo BPR (business process reengineering) foi criado por Hammer e Champy em 1993. Os dois autores são considerados os pais do conceito de reengenharia.

Hammer e Champy propuseram a revisão fundamental e o redesenho radical dos processos de negócio para o alcance da melhoria de desempenho das organizações  em custo, qualidade, serviço e velocidade. A idéia na época foi muito bem aceita nos Estados Unidos, funcionou como uma reação ao movimento de qualidade japonês, e assim o BPR ganhou fôlego. Eles definiram cinco regras essencais que deveriam ser consideradas em qualquer projeto de BRP:

  • Definir a estratégia antes de redesenhar;
  • Utiliar o processo primário como base;
  • Otimizar o uso da TI;
  • Modelos de estrutura e governança devem ser compatíveis com o processo a ser redesenhado;
  • Administração e funcionários devem participar da mudança.

Os autores também sugeriram como passo inicial na decisão de fazer o BPR de de uma organização ou departamento, fazer um benchmarking para avaliar a real necessidade do BPR.

Depois de alguns anos verificou-se que o BPR era muito mais difícil de fazer do que descrever ou mesmo entender a necessidade. Falta de apoio da alta administração , gestão de má qualidade para o projeto e falta de envolvimento dos usuários do processo foram causas apontadas para o seu insucesso.

Como foi feito o BRP na prática ? Na verdade a reengenharia foi feita meio que de trás para a frente com a adoção dos sistemas integrados de gestão, os ERPs (Enterprise Resources Planning). Nas organizações,  o ERP, quando implementado, já trazia as melhores práticas de processo consagradas na administração e com a sua implantação , boa parte do esforço de fazer o BPR , já estava realizado. Ou seja, o ERP foi o grande viabilzador do processo de BPR. Evidentemente existiram insucessos com esta abordagem mas a verdade é que boa parte das organizações de médio e grande porte hoje utilizam o ERP como sistema integrado de gestão e fizeram o BPR através da implantação destes sistemas.

A prática sugerida de fazer o redesenho baseado no ERP é mostrada abaixo em termos de fluxograma conforme sugere COLANGELO [2001]

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Arquitetura de sistemas distribuídos

Um sistema distribuído é aquele que as informações em fase de processamento são distribuídas para vários computadores, em vez de ficarem confinadas a uma única máquina [Sommervillle, 2003].

Nos sistemas distribuídos o software de sistema é executado em um grupo de processadores fracamente integrados, que cooperam entre si conectados por uma rede.

Características dos sistemas distribuídos [Coulouris et al, 1994]

  • Compartilhamento de recursos. Inclu recursos de hardware e software.
  • Abertura. Sistemas podem ser ampliados utilizando recursos não proprietários a eles.
  • Concorrência. Vários processos podem operar ao mesmo tempo em diferentes computadores na rede.
  • Escalabilidade. São escalonáveis que significa que a capacidade do sistema pode ser aumentada por acréscimo de novos recursos.
  • Tolerância a defeitos. Podem ser tolerants a algumas falhas de hardware e software.
  • Transparência. Usuário não precisa saber da natureza distrbuída do sistema.

Desvantagens dos sistemas distrbuídos [Coulouris et al, 1994]

  • Complexidade. São mais complexos do que os sistemas centralizados.
  • Proteção. É mais dificil gerenciar a porteção de um sistema distribuído.
  • Dificuldade de gerenciamento. Maior esforço para gerenciamento.
  • Imprevisibilidade. Podem ser  imprevísveis em suas respostas.

O desafio para os projetistas de sistemas distribuídos esta em projetar software e hardware para que eles forneçam as caracteristicas desejáveis dos sistemas distribuídos e ao mesmo tempo minimizem os problemas inerentes a esses sistemas. Questões relevantes de projetos de sistemas distribuídos são a identificação de recursos, comunicação, qualidade do serviço e a arquitetura do software.

Um sistema distribuído exige normalmente um software que gerencie as diversas partes e garanta que elas se comuniquem e troquem dados. Os sistemas distribuídos podem ser implementados com diferentes linguagens de programação, executados em processadores diferentes e podem utilizar diferentes protocolos de comunicação. O software de gerenciamento , conhecido por middleware, é uma espécie de intermediário dos diferentes componentes distribuídos do sisema.

 Existem dois tipos genéricos de arquitetura de sistemas distribuídos:

Arquitetura cliente-servidor.

Uma aplicação é modelada como um conjunto de serviços que são fornecidos por servidores e um conjunto de clientes que utilizam esses serviços. Clientes e servidores são processos lógicos diferentes conforme ilustra a figura abaixo.

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Não existe um mapeamento 1:1 entre os processos e os processadores do sistema. A figura abaixo ilustra a arquitetura físca de um sistema com seis computadores clientes e dois computadores servidores. Eles podem executar os procesos cliente e servidor mostrados anteriormente.

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O projeto do sistema cliente-servidor deve refletir a estrutura lógica da aplicação que está sendo desenvolvida. Uma aplicação pode ser estruturada em duas ou três camadas, em geral.

Arquitetura de três camadas.

A camada de apresentação que se ocupa de apresentar informações aos usuários e todas as interações com eles. A camada de processamento de aplicações que se ocupa de implementar a lógica da aplicação e a camada de gerenciamento de banco de dados que se encarrega das operações de banco  de dados. Em sistemas centralizados essas operações não precisam ser nitidamente separadas.

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Arquitetrua de duas camadas

A arquitetura cliente-servidor mais simples é chamada de arquitetura de duas camadas em que um aplicaçao é organizada como  um servidor e um conjunto de clientes. Podem utilizar um  modelo cliente-magro onde o cliente só responde pela camada de apresentação (pode apresentar problemas de esclabilidade e desempenho)  ou um modelo cliente-gordo (pode apresentar problermas de gerenciamento) onde o cliente implementa a lógica de aplicação e as interações com os usuários do sistema.

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Na solução de duas camadas, três camadas lógicas devem ser mapeadas em dois sistemas de computadores. A linguagem java e a possibilidade de recorrer a applets por download permite desenvolver um modelo cliente-servidor intermediário entre os modelos magro e gordo.

Uma abordagem alternativa é utilizar uma arquitetura cliente-servidor de três camadas Nessa arquitetura , apresentação, processamento de aplicações e o gerenciamento  de dados são processos logicamente separados. Essa arquitetura é inerentemente mais escalável.

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Arquitetura de objetos distribuídos.

Uma abordagem mais geral para sistemas distri9búidos é eliminar a distinção entre cliente e servidor e projetar a arquitetura de sistema como um arquitetura de objetos distribuídos. Os componentes do sistema são objetos que oferecem uma interface para um conjunto de serviços que eles fornecem. Outros objetos solicitam esses serviços sem fazer distinção lógica entre um cliente (quem recebe o serviço) e um servidor (quem provê o serviço).

Nesse caso pode-se pensar na camada de middleware como um barramento de software. Ela permite que objetos se comuniquem e sejam acrescentados aos sistemas Essa arquitetura permite adiar decisões sobre onde ou como os serviços devem ser fornecidos e também permite que novos recursos sejam acrescentados conforme necessário. .

 Referência :

Coulouris et all, 1994

Sommervile, Ian. Engenharia de Software, sexta edição, Tradução, Pearson, 2003.

Sistemas Legados

Sistemas legados são sistemas antigos que ainda fornecem serviços de negócio essenciais. Eles incluem processos de negócio, software de aplicação, software de apoio e hardware de sistema. Normalmente os sistemas legados são encontrados em grandes empresas que utilizam a TI desde a era mainframe.

As partes de um sistema legado são :

  • Hardware de sistema pode ser um limitante com manutenção dispendiosa e não estando compatível com políticas de compras para a TI.
  • Software de apoio – sistemas legados podem depender de softwares fornecidos por terceiros que podem estar obsoletos e não ter assistência técnica.
  • Software de aplicação – podem ser vários programas separados desenvolvidos em épocas diferentes.
  • Dados de aplicação – podem ser volumosos e inconsistentes  e podem estar duplicados em diferentes arquivos.
  • Processo de negócio – são processos utilizados a fim de atingir objetivos específicos.
  • Políticas e regras de negócios – são definições de como a empresa deve ser conduzida e as restrições as quais ela deve se submeter.

As relações entre as partes é mostrada na figura abaixo.

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Um aspecto importante é avaliar o que fazer com os sistemas legados. As opções são as seguintes :

  • Descartar completamente o sistema. Sistema já não contribui efetivamente aos processos de negócio. Processos já não dependem dos sistemas legados.
  • Continuar a manter o sistema. Sistema ainda é necessário.
  • Transformar o sistema para facilitar a manutenção. Qualidade do sistema foi degradada por modificações regulares.
  • Substituir o sistema por um novo. Fatores como o hardware não permitem que o sistema continue em operação.

Referência:

Sommervile, Ian. Engenharia de Software, sexta edição, Tradução, Perason, 2003.

Sistemas de informação críticos

Sommerville [2003] faz uma abordagem interessante sobre sistemas críticos. A confiança em um sistema é equivalente a sua integridade. Os usuários esperam que o sistema opere  normalmente e não falhem em uso normal. Sistemas críticos essencialmente precisam ser confiáveis.

Confiança depende de algumas dimensões. Sommerville [2003] sugere  quatro dimensões  ilustradas na figura abaixo :

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Aumentar a confiança em um sistema pode elevar muito os custos com o desenvolvimento. Um outro aspecto é que elevar a confiança em geral implica em perder em desempenho.

Em geral a confiança é um atributo mais importante que o desempenho. As principais razões são :

  • sistemas que não são confiáveis não são utilizados.
  • os custos de falha podem ser grandes.
  • é dificil readequar a confiança.
  • frequentemente é possivel compensar a falata de desempenho de um sistema.
  • sistemas não confiáveis podem causar perda das informações.

Sistemas críticos são sistemas que as falhas resultam em perdas econômicas significativas. Eles podem :

  • Sistemas críticos de segurança – falha pode resultar em dano ambiental.
  • Sistema crítico de missão – falha de atividade orientada a meta.
  • Sistema crítico de negócio – falha pode resultar em fracasso do negócio.

Referência :

Sommervile, Ian. Engenharia de Software, sexta edição, Tradução, Perason, 2003.

Sistemas de Informação na empresa

Sistemas de Informação na empresa por Manoel Veras

As organizações podem ser divididas para efeito didático em funções e em níveis denominados estratégico, gerencial e operacional.Os sistemas de informação devem atender os três níveis e as principais funções da administração.

Os sistemas do nível operacional dão suporte aos gerentes operacionais respondendo a perguntas rotineiras e permitindo acompanhar o fluxo das transações pela organização.

Os sistemas do nível gerencial atendem ás atividades de monitoração , controle e tomada de decisão dos gerentes médios. Produzem relatórios periódicos sobre as operações.

Os sistemas de nível estratégico ajudamos gerentes seniores a enfrentar questões estratégicas e tendências de longo prazo considerando também o ambiente externo á organização. São focados em compatibilizar as mudanças do ambiente externo e a capacidade da organização.

A figura abaixo ilustra os tipos de sistemas de informação. O sistema de apoio ao executivo atende a uma demanda específica de altos executivos que querem um sistema de apoio a decisão que considere aspectos envolvidos na forma de decidir. Os sistemas de apoio a decisão surgiram para apoio ao processo decisório. Normalmente as perguntas são feitas ao sistema e não o contrário. Os sistemas de informação gerencial são sistemas que produzem relatórios para ajuda a tomada de decisão. Os sistemas de processamento de transação respondem pelas transações empresariais.

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Os sistemas em cada nível por sua vez atendem as diversas funções e suas abrangências variam. Atualmente os SIE e SAD estão sendo substituídos por sistemas de Business Intelligence e os SIGs e SPTs pelos sistemas integrados de gestão, os ERPs. Os sistemas do tipo ERP e BI utilizam novas tecnologias como os banco de dados e suportam os processos empresariais.

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Por outro lado, devido a maior integração das organizações na cadeia de valor, emergiram sistemas que integram a organização. Estes sistemas inter organizacionais são baseados em processos que acontecem entre empresas e novas tecnologias. Dois principais exemplos deste tipo de sistema são o CRM (gerenciamento das relações com os clientes) que integra a organização para a frente em direção ao cliente e o SCM (gestão da cadeia de suprimentos) que integra as operações na cadeia de suprimentos incluindo compras. Os sistemas CRM e SCM são amparados em tecnologias de comércio eletrônico. Os sistemas CRM e SCM  também podem ter componentes no nível analítico conform ilustra a figura abaixo.

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Importante diferenciar engenharia de sistemas de engenharia de software.

Engenharia de sistemas se ocupa de todos os aspectos relacionados ao desenvolvimento de sistemas com base em computadores incluindo hardware, software e processos. A engenharia de software é parte desse processo.

Outra distinção importante é a de engenharia de software e ciência da computação. Ciência da computação se ocupa da teoria e dos fundamentos da computação  e a engenharia de software trata da praticidade de desenvolver e fornecer software util.

 

Classificação dos Sistemas de Informação

Classificação dos Sistemas de Informação por Manoel veras

Os componentes dos sistemas de informação podem ser montados em várias configurações diferentes, resultando em grande diversidade de sistemas de informação, tornando útil a idéia de classificar os sistemas de informação por grupos detentores de características semelhantes.

Os sistemas de informação podem ser classificados de diferentes maneiras:

POR NÍVEIS ORGANIZACIONAIS

Sistemas de Informações por Departamento – são sistemas desenvolvidos para as áreas departamentais de uma organização. Eles podem podem funcionar cada um por si ou interconectados.

Sistemas de Informações Empresariais – são um conjunto de sistemas departamentais, combinados com outros aplicativos.

Sistemas Inteorganizacionais – São sistemas informações fazendo a interligação de diversas empresas.

POR ÁREAS FUNCIONAIS

Os sistemas de informação em nível departamental dão suporte às áreas funcionais tradicionais da empresa. Os principais sistemas de informação funcionais são:

  • Sistema de Informação Contábil
  • Sistema de Informação Financeiro
  • Sistema de Informação Industrial
  • Sistema de Informação de Marketing
  • Sistema de Informação de Recursos Humanos.

POR TIPO DE SUPORTE

Uma terceira forma de classificar sistemas de informação é de acordo com o tipo de suporte por eles proporcionado, não importando aí a área funcional. Um sistema de informação pode dar suporte ao pessoal administrativo em praticamente qualquer área funcional. Os gerentes, seja qual for o seu local de trabalho, podem contar com o apoio de um sistema decisório baseado em TI. Os principais tipos de sistemas nesta categoria são:

  • Sistema de processamento de transação (SIT) – dá suporte a atividades funcionais e aos administradores.
  • Sistema de informação gerencial (SIG) – dá suporte a atividades funcionais e aos administradores.
  • Sistema de apoio a decisões (SAD) – dá suporte à tomada de decisões pelos administradores e analistas.
  • Sistema de apoio ao executivo (SIE) – suporta o principal executivo na tomada de decisão.

PELO PAPEL DESEMPENHADO NA ORGANIZAÇÃO

Os sistemas de informação podem ser classificados em:

  • ERP – sistemas de planejamento de recursos empresariais (ERPs) Os ERPs tem foco operacional e na integração dos processos de negócio. São comercializados em módulos e a idéia central é a da integração da informação empresarial. Os ERPs podem ser considerados um avanço dos sistemas de processamento de transações e sistemas de informações gerenciais. o ERP incorpora os dois sistemas , incorpora o conceito de processo empresarial e utiliza novas tecnologias até então não disponíveis.
  • BI – sistemas de apoio a inteligência empresarial (business intelligence) . O BI tem foco no apoio a decisão nos níveis gerenciais e estratégico. O ERP pode ser considerado uma entrada do BI. Alguns fabricantes fornecem as duas opções conjuntamente. O BI é como se fosse o avanço dos sistemas de apoio a decisão (SAD) e sistemas de suporte ao executivo (SIE).

Referência :

Sommervile, Ian. Engenharia de Software, sexta edição, Tradução, Perason, 2003.