Implementação de Estratégias

A implementação das estratégias inclui o planejamento das ações com a definição das metas necessárias, utilizando-se de informações comparativas e requisitos de partes interessadas para sustentar as estratégias estabelecidas, a alocação de recursos, assim como as sistemáticas para a comunicação e o monitoramento dos resultados.

Estudo da HBR mostrou que 60% das estratégias estabelecidas atingiram seu valor potencial em função de falhas de planejamento e de implantação. Estas dificuldades levaram ao surgimento de diversas metodologias que buscam garantir o eficaz desdobramento, implantação e monitoramento das estratégias organizacionais, sendo as mais populares o Balanced Scorecad e a Administração por Objetivos.

A definição de indicadores para avaliação da implementação das estratégias, o estabelecimento de metas de curto e longo prazos a elas vinculadas, bem como a montagem dos planos de ação para sustentar o alcance das metas são realizados, em geral, de forma simultânea e interdependente durante o ciclo de planejamento.

Os planos de ação caracterizam-se por um conjunto de iniciativas articuladas, categorizadas ou não, que guiam na prática a implementação das estratégias formuladas. O acompanhamento do status dos projetos que compõem os planos de ação necessários a implementação das estratégias, por representarem muitas iniciativas simultâneas e encadeadas em diversos níveis. demanda métodos estruturados. Sistemas de informação são configurados para apoiar este monitoramento, tanto pelos responsáveis pelo projeto como pelas lideranças.

A comunicação das estratégias, metas e seus indicadores e planos de ação é vital para o engajamento das pessoas na causa comum, aumentado-se a eficácia da liderança. A boa comunicação deve ser vertical e horizontal e deve considerar os canais formais e informais.

As organizações devem efetuar ciclos de revisão de suas estratégias promovendo revisão a luz dos novos cenários e efetuando os ajustes necessários. Mintzberg (2004) faz criticas ao processo de planejamento estrategico apontando o fato de que muitos executivos ficam tão presos ao plano estratégico que se tornam inflexíveis, não avaliando e criticando a consistência da estratégia para um cenário daquele imaginado.

Referência :

(FNQ, Cadernos de Excelência, Estratégia e Planos)